Aos olhos da sociedade,
Um lixo perdido,
Mal eles sabem,
O mal que fazem a ele.
Ela mesmo alimentou o monstro,
E agora, o que faz?
Joga pedras contra ele,
E o julgam por ser assim.
Lágrimas se derramam,
E nada podemos fazer,
A cabeça já está feita,
Não se muda os pensamentos.
Gritos de dor escutamos,
E a sociedade não pode curar,
Luta horrenda,
Contra a própria culpa.
Não julgueis para não ser julgado,
Lute contra seus pensamentos,
O monstro que você criou,
Está a cada dia crescendo.
Sátiras na capa de jornais,
Você passa direto por eles,
Apenas finge que não vê,
Ironia dentro de você!
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